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KIOM DA HOMOJ PAROLAS ESPERANTON EN LA MONDO

Quantas pessoas falam Esperanto no mundo? Não há uma estatística, mas sabe-se que a língua é falada em 120 países, pois a revista Esperanto da Associação Mundial (Universala Esperanto-Asocio) tem leitores em 120 países. Alguém assinaria uma revista só para ver as as imagens? Eu assino para me informar das atividades da língua nos cinco continentes.Para ter uma idéia de quantas pessoas falam o Esperanto, foi criada uma página. Se você fala Esperanto assine a petição e se quiser deixe um comentário, em Esperanto, é claro.

http://www.thepetitionsite.com/1/esperanto-parolantoj-en-la-mondo/



Kiom da homoj parolas Esperanton en la mondo. Ne estas statistiko, sed oni scias ke, la lingvo estas parolata en 120 landoj, ĉar la revuo Esperanto de la Universala E-Asocio estas abonata en 120 landoj. Ĉu iu abonus gazeton nur por vidi la bildojn? Mi abonas ĝin por informiĝi pli la agadoj de la lingvo en la 5 kontinentoj.

Por havigi ideon pri kiom da homoj parolas Esperanton, estis kreita paĝon. Se vi parolas Esperanton subskribu la peticion.

http://www.thepetitionsite.com/1/esperanto-parolantoj-en-la-mondo/

Matéria da VEJA sobre o Esperanto

domingo, 23 de janeiro de 2011

Saluton!

Eis carta enviada por nosso coidealista esperantista Pedro Cavalheiro à Revista Veja.

À VEJA,
Na edição nº 2190, do dia 10 de Novembro de 2010, na rubrica Educação, em matéria intitulada “Querem colocar mais matérias no currículo” o autor escreveu.

"... e esperanto, idioma criado no século XIX com a pretensão, frustrada , de se tornar universal. (...)".

Dois esclarecimentos:

1. 1. O Esperanto jamais pretendeu se tornar universal. Isto é uma falácia. O Esperanto é uma língua internacional, intrinsecamente, em seu DNA, e, aliás, nasceu com esse nome “Língua Internacional”, antes que falantes da língua o batizassem de “Esperanto”, que foi o pseudônimo do iniciador do único projeto de língua internacional que funcionou. Serve à democracia linguística nas relações internacionais e à preservação da diversidade linguística e, consequentemente, cultural. Quem trabalha com a pretensão de ser “Universal” sãos línguas nacionais travestidas de internacionais para praticar invasão cultural que objetiva poder e lucros. Altos lucros.

2. 2. A pretensão de servir de ponte de comunicação democrática e fraterna entre os homens, porque possível do ponto de vista linguístico como nenhuma outra língua é, está muito longe de ser “frustrada”. O Esperanto, língua sem pátria, mas com “frátria”, em apenas 123 anos de existência, tem, é verdade, menos falantes que essas línguas nacionais que se impõem pela força, mas é falado em todo o planeta e tem mais capilaridade do que o Inglês, o Francês, o Espanhol, o Russo, por exemplo. Para que entendam melhor, é como o caso do Inglês que tem menos falantes que o Chinês, mas tem mais capilaridade no mundo. Para que os senhores visualizem o que estou afirmando, aqui vai o endereço de um mapa mundi com pontos marcados de locais onde o Esperanto está no planeta, em grupos maiores ou menores.

http://www.scribd.com/doc/40151085/Mapo-de-Esperantujo?ref=nf

Por falar em lucros, os senhores escreveram também

“... Cabe ressaltar por que dedicar atenção a idéias de tamanha irrelevância quando o Brasil ainda acumula deficiências tão básicas no ensino."

Compreendo a crítica ao fiasco que é o ensino em nosso país e concordo. Sou professor Universitário e acompanho de perto os efeitos da derrocada do ensino brasileiro. Mas, a qualificação de irrelevante para o Esperanto é inversamente proporcional à desinformação sobre a matéria. Estudos feitos em universidades de vários países do mundo comprovaram cientificamente o valor propedêutico do Esperanto como facilitador do aprendizado de línguas, incluindo a língua materna, assim como de geografia e até de matemática. Sem falar de ética, de humanismo. Existem duas resoluções da UNESCO em favor do Esperanto, pedindo aos Estados-Membro que apóiem o ensino e a divulgação da língua em seus países. Claro que isso não aconteceu à toa. O Brasil foi signatário das duas resoluções. Não falta documentação sobre tudo isso e sobre muito mais. Uma simples busca no Google (que também oferece seu serviço em Esperanto) proporcionaria ao autor da matéria muitas descobertas sobre a relevância do Esperanto, que já é disciplina de vestibular na Hungria, pra dar um exemplo. Mesmo assim, o comentário curto e rápido como um tiro, é disparado sem o menor compromisso em levantar fatos. O Esperanto no Brasil virou uma espécie de cachorro magro, fácil de dar chutes quando queremos denotar erudição aos leigos.

Tudo bem: nós que falamos essa língua tão especial, aguardaremos com paciência. Tenho certeza que quando ela se disseminar um pouco mais, as escolas de línguas, que pagam anúncios na VEJA, também oferecerão cursos de Esperanto. Aí, então, matérias surgirão sobre o assunto, ungidas de um pouco mais de isenção e boa vontade.

Por hora, coloco-me à disposição para fornecer-lhes dados concretos e fatos sobre o Esperanto.

Obrigado.

Pedro Jacintho Cavalheiro - SSP/SP

Professor Universitário de História e Patrimônio Cultural e Realidade Sócio-Econômica e Política Brasileira, Mestre pela USP.

Professor de Esperanto e usuário da língua há 34 anos.
Ex-presidente da Liga Brasileira de Esperanto
Presidente da Comissão de Educação da Liga Brasileira de Esperanto http://esperanto.org.br
Delegado da Associação Universal de Esperanto - UEA, na cidade de São Paulo www.uea.org

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