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KIOM DA HOMOJ PAROLAS ESPERANTON EN LA MONDO

Quantas pessoas falam Esperanto no mundo? Não há uma estatística, mas sabe-se que a língua é falada em 120 países, pois a revista Esperanto da Associação Mundial (Universala Esperanto-Asocio) tem leitores em 120 países. Alguém assinaria uma revista só para ver as as imagens? Eu assino para me informar das atividades da língua nos cinco continentes.Para ter uma idéia de quantas pessoas falam o Esperanto, foi criada uma página. Se você fala Esperanto assine a petição e se quiser deixe um comentário, em Esperanto, é claro.

http://www.thepetitionsite.com/1/esperanto-parolantoj-en-la-mondo/



Kiom da homoj parolas Esperanton en la mondo. Ne estas statistiko, sed oni scias ke, la lingvo estas parolata en 120 landoj, ĉar la revuo Esperanto de la Universala E-Asocio estas abonata en 120 landoj. Ĉu iu abonus gazeton nur por vidi la bildojn? Mi abonas ĝin por informiĝi pli la agadoj de la lingvo en la 5 kontinentoj.

Por havigi ideon pri kiom da homoj parolas Esperanton, estis kreita paĝon. Se vi parolas Esperanton subskribu la peticion.

http://www.thepetitionsite.com/1/esperanto-parolantoj-en-la-mondo/

A História do Esperanto

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Para falar do Esperanto é necessário falar de seu idealizador, pois não há como falar do Esperanto sem falar de Zamenhof.

Ludoviko Lazaro Zamenhof

Nasceu em 15 de dezembro de 1859, em Bialystok, no extremo norte da Polônia, na época domínio do império russo.

Naquela época para melhor subjugar, os russos adotavam a tática do ‘‘dividir para reinar’’, estimulando o choque de ódios raciais, religiosos e nacionais entre os grupos que viviam em solo polonês. Assim viviam polacos, lituanos, judeus e alemães, em plena desarmonia.

Foi nesse clima que Zamenhof cresceu e viveu sua infância. Desde criança, ele cultivava a idéia de criar uma língua, através da qual as pessoas de sua cidade pudessem se entender.

Talentoso, ele aprendeu vários idiomas e, ainda ginasiano, elabora a ‘‘lingwe universala’’, que tornou – se a predecessora do Esperanto. Num dia de 1878, Zamenhof comemora, com alguns colegas de turma, o nascimento daquele idioma.

O pai, porem, preocupado não só com o futuro do filho, mas também com o regime em que viviam, faz com que ele se comprometa a deixar de lado seu idioma, para empenhar – se nos estudos.

Ao concluir os estudos, em 1879, transferiu – se para Moscou, para cursar a faculdade de medicina.

Num de seus retornos, de férias, a casa paterna, Zamenhof tenta localizar seus manuscritos, mas, não os encontra, e descobri que o pai os queimara. A partir desse fato, Zamenhof, passa, pacientemente, a reconstruir todo o seu idioma, (dividindo – se entre a medicina e a realização de seu ideal), testa – o de todas as maneiras. Traduz grandes obras da literatura mundial. Procura aproximar sua sonoridade ao italiano, na época, a língua mais adequada para o canto.

Ao regressar para Varsóvia conhece a senhorita Clara Silbernik, com quem enamora – se.

Conhecedor do hebraico, do latim, do grego, e de numerosas línguas modernas, Zamenhof, conseguiu, com rara maestria, intensos estudos e um trabalho gigantesco, criar uma língua com característica, estilo e espírito próprios, viva, simples e extremamente rica.

Em 26 de julho de 1887, com o auxilio financeiro de seu futuro sogro, Zamenhof lança o Esperanto para o mundo. Ele publica com o pseudônimo de D-ro Esperanto, a brochura: Unua Libro de la Lingvo Internacia, antaŭparolo kaj plena lernolibro, o primeiro livro para o aprendizado do idioma.

Em 09 de agosto de 1887, casa – se com a senhorita Clara.

As centenas de adeptos que foram surgindo passaram a chamar o idioma de ‘‘Língua do Doutor Esperanto’’, de modo que o titulo ‘‘Língua Internacional’’, acabou cedendo lugar ao pseudônimo do próprio autor, através do qual se consagrou o nome da língua, passando então a ser chamada de: Esperanto, que significa ‘‘aquele que espera’’.

Ainda em 1887, lança seu segundo livro: Dua libro de l’ Lingvo Internacia de D-ro Esperanto.

Em 1905, ocorre em Boulongne-sur-mer, na França, o primeiro Congresso Mundial de Esperanto, onde quase mil pessoas se confraternizam e utilizam o idioma em toda a sua plenitude.

Em 1914, a deflagração da 1º Guerra Mundial interrompe a expansão do movimento esperantista.

Em 14 de abril de 1917, Zamenhof falece, em Varsóvia.

Finda a 1º Guerra, retoma – se o movimento, mas, é interrompido novamente, com a eclosão da 2º Grande Guerra. Hitler devota ódio mortal aos esperantistas. Proíbe manifestações esperantistas na Alemanha e nos países por ela dominados. Persegue, encarcera e manda matar os esperantistas.

Em 1940, na Polônia, a família Zamenhof é dizimada pelos nazistas.

Uma declaração de 27 membros da Academia Francesa das Ciências definiu o Esperanto como ‘‘uma obra – prima de lógica e de simplicidade’’.

Em agosto de 1950 foi apresentada as Nações Unidas uma petição em favor do Esperanto, com cerca de 17 milhões de assinaturas.

Em 10 de dezembro de 1954, na Conferencia Geral da UNESCO, realizada em Montevidéu, foi aprovada, uma resolução, a favor do Esperanto, onde a UNESCO recomenda aos Estados – Membro a considerar o valor educacional, cientifico e cultural do Esperanto.

O Esperanto é uma língua viva.

O objetivo do Esperanto não é substituir os idiomas nacionais, mas, ser a segunda língua de cada povo. Na verdade o Esperanto funciona como fator de preservação da cultura e da soberania de cada povo.

O Esperanto é neutro, não tem, não forma e nem defende opinião política, econômica ou religiosa; e sua cultura é formada por todas as culturas. É por esse motivo, uma ponte ideal entre os povos.

Aprender Esperanto equivale a romper de fato com as barreiras da diversidade lingüística que existe no mundo.

O Esperanto não tem complicações ortográficas; a escrita é extremamente fonética e a pronúncia é acessível a todos os povos. Possui uma gramática simples e regular, que resume – se em 16 regras fundamentais.

Zamenhof foi um gênio lingüístico, um idealista e grande humanista, pois em épocas de grandes conflitos idealizou , criou, cultivou e fez nascer um sonho; uma semente de igualdade e cordialidade entre os homens, ele plantou no seio da humanidade mais que uma semente, um desejo, desejo de lutar por um mundo melhor. Como grande humanista deu ao mundo o seu ideal, tornou o Esperanto como a água e o ar, que não tem dono, e por isso a todos pertencem.

Agradeçamos então a este homem, que presenteou a humanidade com seu ideal de democracia e união.

Por Jamilly S. Vilante, Presidente Fundadora do CEK

Fontes:

*Esperanto para principiantes, de Aloísio Sartorato

*Esperanto Conversacional, de Jair Salles

*Esperanto Baza Kurso, de Marco Antônio Ferreira Teixeira

*Dicionário Completo Esperanto / Português, de Allan Kardec Afonso Costa

*Esperanto Sem Mestre, de Francisco Valdomiro Lorenz

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